e se alguém perguntar, ela não tem respostas.
ela vai sorrir mais um sorriso
e vai dizer, como quem pede desculpas: aconteceu.
e acontece sempre, todos os dias. basta saber olhar.
15 de janeiro de 2012
6 de janeiro de 2012
26.12.2011
porque tem hora que a gente esquece que é gente
e quer ser só gesto.
[palavra gritada de amô]
e quer ser só gesto.
[palavra gritada de amô]
2 de janeiro de 2012
sobre o cheiro do tempo
é que o vento bateu em nossa porta, amor
pra me dizer que de hoje não passa.
disse que devo tomar o meu sempre banho da manhã,
pentear os poucos cabelos que ainda me restam,
entrar em minha roupa menos rasgada
e, se puder, deixar a porta aberta.
assim, desse jeito rasteiro, é que o tempo vai vir me buscar
e dizer olá com o mais doce sorriso,
me levar pra passear e quem sabe, amor,
quem sabe no caminho eu consigo te encontrar...
26 de dezembro de 2011
28 de novembro de 2011
pra dizer quem sabe.
eu te chamaria para dividirmos uma mesa,
alguns olhares
e muitas cervejas.
mas essa chuva que não dá trégua,
que não cessa nunca,
não me deixa se-quer usar essa desculpa.
alguns olhares
e muitas cervejas.
mas essa chuva que não dá trégua,
que não cessa nunca,
não me deixa se-quer usar essa desculpa.
2 de agosto de 2011
ela sou eu
sim. de vez-em-quando a gente aparece. toma nota de algumas pitadas especiais desse tempero gostoso da vida e continua cozinhando o arroz com feijão sem parecer que é o de sempre.
adoro pensar que um dia alguém vai ler estes vários cadernos espalhados por diferentes cômodos e vai traçar um perfil dessa cozinheira. e bem, eu só queria que pensassem ao ponto de não subestimarem a sentimentalidade à simples versos cuspidos. assim, como poetas forçados insistem em cravar lamúrias exacerbadas...
são poucas as vezes que a felicidade me fazem sair do lugar comum de somente viver e de ser terceiras, quartas, mil pessoas na escrita que não eu.
mas é que hoje está bem confortável sentir-me.
adoro pensar que um dia alguém vai ler estes vários cadernos espalhados por diferentes cômodos e vai traçar um perfil dessa cozinheira. e bem, eu só queria que pensassem ao ponto de não subestimarem a sentimentalidade à simples versos cuspidos. assim, como poetas forçados insistem em cravar lamúrias exacerbadas...
são poucas as vezes que a felicidade me fazem sair do lugar comum de somente viver e de ser terceiras, quartas, mil pessoas na escrita que não eu.
mas é que hoje está bem confortável sentir-me.
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